Arquivo da categoria ‘aulas’

Fechamento de televisão na Venezuela reabre debate sobre liberdade de expressão e limites de um meio de comunicação

Junho 22, 2007

O governo do venezuelano Hugo Chávez está fadado às plêmicas. Algumas envolvem um país, como o Brasil no caso do petróleo, outras entidades de defesa à liberdade de expressão, governantes, jornalistas e público, como quando o presidente não renovou a concessão da Rádio Caracas Televisión, que supostamente participou do golpe de estado em 2002, no qual Chávez ficou por alguns dias fora do poder. No dia 27 de maio, a RCTV saiu do ar e a Suprema Corte ordenou a apreensão de todos os equipamentos da emissora para serem utilizados por uma emissora estatal. Mas a emissora segue com sua programação na internet e, ainda, nenhum dos três mil empregados foram despedidos.

Os defensores de ambos os lados estão em pé de guerra, mas quase um mês depois do ato de Chávez, seus aliados estão ganhando. Para o jornalista venezuelano Ernesto Navarro é um dos defensores de Chávez. Em uma matéria ele relembra outros casos de fechamento de emissoras na América Latina e diz que sempre houve e há liberdade de expressão no País. No Brasil, Altamiro Borges, editor da revista Debate Sindical e autor do livro”Venezuela: originalidade e ousadia”, diz que a “emissora golpista já vai tarde“. Ele enumera diversos crimes da RCTV, como sonegação de impostos, evasão de divisas, difusão de pornografia e retenção das pensões dos funcionários. Além disso, ele diz que, no primeiro dia de exibição da televisão estatal que ficou no lugar da RCTV foram mostrados documentos que implicavam os Estados Unidos no golpe frustrado de 2002 e uma carta da secretária Condoleezza Rice em que pedia à emissora privada apoio financeiro a uma ONG contrária ao governo Chávez.

dines.jpegAlberto Dines, jornalista, criticou fortemente o governo de Hugo Chávez e o comparou ao governo brasileiro. “O pretexto para a violência foi tão convincente quanto o dos nossos “aloprados” que, na véspera da eleição do ano passado, inventaram um dossiê para comprometer a oposição e, quando foram flagrados, também acusaram a mídia de golpismo”. Escute a entrevista dele para o programa Observatório de Imprensa na rádio Cultura de São Paulo.

BONS NEGÓCIOS EM PORTO ALEGRE

Junho 9, 2007

A força econômica do turismo não está somente em cidades históricas e praias paradisíacas e nem sempre é resultado do lazer das pessoas. Hoje, o turismo de eventos nacionais e internacionais tem mudado o panorama das estatísticas relacionadas a esse segmento. Porto Alegre é uma das cidades brasileiras que tem se beneficiado com essa mudança.

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Exemplo do faça você mesmo

Junho 4, 2007

artigo sobre os warblogs, bem interessante. no final tem uma lista muito legal de blogs. e tem tudo a ver com o trabalho do we media.

Internet de Tatcher e Sex Pistols à furos jornalísticos

Maio 17, 2007

Quem diria que além de “ter uma mão de ferro”, Margareth Tatcher também teria um dedo nos conceitos da cibercultura? Pois tem. Foi por causa de sua política dura e austera que grupos de jovens ingleses se rebelaram contra o sistema vigente, inclusive o da música: o rock clássico dos Rolling Stones e dos Beatles. Com as bandas punk como Sex Pistols, Stormtrooper e The Clash também surgiu o conceito ciberculterês do “do it yourself” – ou faça você mesmo.

E é esse mesmo conceito que hoje está guiando nossa relação com a Internet. Primeiro éramos meros espectadores do mundo, das notícias, das empresas. Hoje podemos participar ativamente de tudo o que acontece ao nosso redor. Mais que isso: hoje podemos produzir e divulgar por nós mesmos.

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Consumidores vendedores

Abril 24, 2007

A matéria de capa da revista Amanhã está ótima: consumidores que viram vendedores. E isso, graças a cibercultura. Agora, nós consumidores, podemos “nos meter” muito mais na elaboração de um produto seja por meio do blog oficial da empresa, da comunidade no orkut, do blog do vizinho, etc… Vale a pena ler. Temos exemplos práticos de como a cibercultura influencia a economia e o modo de fazer publicidade.

Web 2.0

Abril 13, 2007

Mesmo sem um conceito definitivo, a Web 2.0 é utilizada cada vez mais. Dia a dia os internautas descobrem novas formas de compartilhar conhecimento, de aperfeiçoar e de utilizar web services.
Na verdade, talvez nunca haja um conceito definitivo de Web 2.0, ou porque é apenas conseqüência da evolução da internet e seus usos, não uma novidade, ou porque sempre estará em busca da eficiência total.
De qualquer forma, é possível identificar palavras chaves dessa atual fase da Web. RSS, Wikis, Folksonomy, AJAX, OpenAIPs, The Long Tail, Blog, Participation são algumas delas.
Vamos destacar duas delas e analisar suas aplicações em um site da era Web 2.0

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Cibercultura, onde?

Abril 3, 2007

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Ao fazer uma autoanálise descobrimos hábitos adquiridos sem saber, que chegaram, complementaram e permaneceram na nossa vida. Ler o jornal de todo dia tomando café com leite; ir ao cinema quarta-feira, dia do desconto; não dormir sem ler pelo menos duas páginas de um livro. A cibercultura influenciou desta maneira nossa vida: acessar a página do jornal preferido, assistir as estréias do cinema de graça em casa e não dormir sem dar uma navegadinha. Com a música, a literatura e o cinema aconteceu a mesma coisa. (mais…)

cibercultura e crise na mídia impressa

Março 20, 2007

o coletiva.net de hoje tem uma nota falando do relatório sobre mídia impressa, o futuro (negro) da mídia impressa. ou seja, não vai mais dar lucro. bom, aí vou para o blog de jol e tenho que falar sobre cibercultura. sou uma primata em relação a cibercultura. e é por escolha mesmo, porque preciso de endereço fixo, preciso olhar com as mãos. acho muuito legal todo esse negócio de uma nova cultura, um novo tipo de cultura. que é virtual, tá por aí, não tem endereço fixo. não é na biblioteca do meu colégio, nem do meu pai, nem a super moderna e atualizada da minha universidade, nem nos meus poucos livros, revistas, quadrinhos, jornais. ela não chega na minha porta, ela tá no quarto da minha irmã, na sala da casa da minha amiga, no macbook do Hendi, na lanhouse de Castelar, no Mercado. mas não é pra mim. pelo menos, por enquanto.

bom, tá. este é o linque para o coletiva.

comunicação digital

Março 13, 2007

oi pessoal,

dia 7 de março saiu na newsletter da revista Amanhã uma nota interessante sobre comunicação digiltal. Copiei e colei abaixo:

As obviedades do marketing digital

O americano T.S. Kelly, publicitário com experiência no uso das ferramentas digitais na propaganda, deixou um recado tanto óbvio quanto valioso em recente palestra em solo brasileiro: quando o assunto é a ainda incipiente comunicação digital, jamais esquecer que esta mídia é… incipiente. Durante uma hora e meia, Kelly apresentou ao público do evento Próxxima – seminário sobre comunicação digital organizado pela editora Meio e Mensagem – muitas das tendências do marketing na era digital e algumas das experiências já realizadas mundo afora. No final, porém, a principal mensagem é de que mesmo nos países onde há amplo acesso da população aos dispositivos digitais e à internet com banda larga, as empresas e as agências de propaganda ainda tateiam no mundo virtual. As questões em aberto vão desde os aspectos mais básicos – como medir com exatidão o resultado de uma campanha online? – até questões dignas de bola de cristal – qual o futuro de comunidades como Orkut e Second Life? “Hoje estes espaços virtuais ainda não são comunidades de massa. Mas temos que ficar atentos a eles, para aperfeiçoar as ações de comunicação”, sugere Kelly, que é diretor de pesquisa e insight da agência inglesa Media Contacs Global. Não está claro nem qual será o impacto destas novas mídias nos meios tradicionais, como TV, jornal e rádio. Duas conclusões, porém, já são líquidas e certas:

1. As mídias digitais oferecem e oferecerão riquíssimas oportunidades (nos países ricos, a população até 25 anos já fica mais tempo na internet do que na frente da TV).

2. As ações de comunicação no âmbito digital terão diferenças gritantes em relação às tradicionais.
Haverá cada vez mais interatividade. O próprio consumidor será portador da mensagem – em ações de marketing viral, por exemplo. O consumidor está se tornando inclusive o autor da mensagem, criando anúncios para as empresas (estimulados por elas ou não) e veiculando em sites como o Youtube – inaugurando a era do Conteúdo Gerado pelo Consumidor, ou CGC na sigla em inglês.

Em compensação, o controle das empresas sobre suas marcas será menor e maior o risco de escândalos e de abalos na reputação. Por ora, Kelly deixa duas dicas:

1. Aja, mas com cautela. 2. Não hesite em testar, experimentar. “É o que todos estão fazendo, inclusive, seus concorrentes. Se não estiver dando certo, é só experimentar de outra forma”.

Obercom

Março 6, 2007

no primeiro post falei de uma associação portuguesa de radiodifusão. não sei de onde tirei isso!! cheguei em casa e vi que o site se chama Obercom e funciona com um observatório de comunicação de Portugal. Fora a minha confusão, o site é bem legal, tem gráficos sobre, por exemplo, quantos jornais no País são diários, os filmes estreados no cinema e sua origem. Enfim, várias informações que dão um panorama numérico dos meios de comunicação de nossos colonizadores. Da home deles:

O OberCom – Observatório da Comunicação é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, cujo objectivo central é “a produção e difusão de informação, bem como a realização de estudos e trabalhos de investigação que contribuam para o melhor conhecimento na área da comunicação” (art.º 3º).

O OberCom foi constituído com o objectivo estratégico de suprir a tradicional dificuldade na recolha e tratamento da informação específica no sector dos media e da comunicação.