oi pessoal,
dia 7 de março saiu na newsletter da revista Amanhã uma nota interessante sobre comunicação digiltal. Copiei e colei abaixo:
As obviedades do marketing digital
O americano T.S. Kelly, publicitário com experiência no uso das ferramentas digitais na propaganda, deixou um recado tanto óbvio quanto valioso em recente palestra em solo brasileiro: quando o assunto é a ainda incipiente comunicação digital, jamais esquecer que esta mídia é… incipiente. Durante uma hora e meia, Kelly apresentou ao público do evento Próxxima – seminário sobre comunicação digital organizado pela editora Meio e Mensagem – muitas das tendências do marketing na era digital e algumas das experiências já realizadas mundo afora. No final, porém, a principal mensagem é de que mesmo nos países onde há amplo acesso da população aos dispositivos digitais e à internet com banda larga, as empresas e as agências de propaganda ainda tateiam no mundo virtual. As questões em aberto vão desde os aspectos mais básicos – como medir com exatidão o resultado de uma campanha online? – até questões dignas de bola de cristal – qual o futuro de comunidades como Orkut e Second Life? “Hoje estes espaços virtuais ainda não são comunidades de massa. Mas temos que ficar atentos a eles, para aperfeiçoar as ações de comunicação”, sugere Kelly, que é diretor de pesquisa e insight da agência inglesa Media Contacs Global. Não está claro nem qual será o impacto destas novas mídias nos meios tradicionais, como TV, jornal e rádio. Duas conclusões, porém, já são líquidas e certas:
1. As mídias digitais oferecem e oferecerão riquíssimas oportunidades (nos países ricos, a população até 25 anos já fica mais tempo na internet do que na frente da TV).
2. As ações de comunicação no âmbito digital terão diferenças gritantes em relação às tradicionais.
Haverá cada vez mais interatividade. O próprio consumidor será portador da mensagem – em ações de marketing viral, por exemplo. O consumidor está se tornando inclusive o autor da mensagem, criando anúncios para as empresas (estimulados por elas ou não) e veiculando em sites como o Youtube – inaugurando a era do Conteúdo Gerado pelo Consumidor, ou CGC na sigla em inglês.
Em compensação, o controle das empresas sobre suas marcas será menor e maior o risco de escândalos e de abalos na reputação. Por ora, Kelly deixa duas dicas:
1. Aja, mas com cautela. 2. Não hesite em testar, experimentar. “É o que todos estão fazendo, inclusive, seus concorrentes. Se não estiver dando certo, é só experimentar de outra forma”.